Alliny Serrão silencia, enquanto militância mira em Waldez Góes e esquenta bastidores
Segundo fontes do Setentrião, o barulho em torno do nome de Alliny Serrão tem mais fumaça do que fogo. Não há articulação concreta, nenhuma mesa de negociação. O que existe é militância barulhenta nas redes — como se curtida fosse sinônimo de voto.
Clécio Luís já posicionou suas peças no tabuleiro: Randolfe busca a reeleição, Waldez tenta pela segunda vez. O jogo, por enquanto, fecha aí. Alliny não é prioridade do grupo para o Senado.
O silêncio dela, no entanto, chama atenção. Não desmente, não contém, não desautoriza. E nesse vácuo, sua militância elegeu um alvo: Waldez. Atacam para desgastá-lo, tentando abrir espaço e prioridade na lista de Clécio e Davi. O PDT assiste perplexo, e no Palácio ecoa a mesma pergunta: afinal, de onde saiu essa candidatura paralela?
