Guerra das Praças: O “Duelo de Gigantes” no Aniversário de Macapá
A política amapaense ferveu neste 4 de fevereiro, e não foi só por causa do calor equatorial. No aniversário de 268 anos da capital, a disputa entre o grupo do Governador Clécio Luís (com o apoio de Davi Alcolumbre) e o Prefeito Dr. Furlan — acompanhado da Dra. Rayssa , saiu dos gabinetes e ganhou as ruas em uma clara demonstração de força.
Governo do Estado organização um evento paralelo que expôs a atual divisão política do estado, notadamente.
Os números da Orla
O “termômetro” da popularidade, no entanto, foi medido em metros quadrados. No evento organizado pelo Governo do Estado, o show do cantor Pablo atraiu o público fiel da sofrência para a área central. Entretanto, por questões de logística e limitação do espaço físico, a praça comportou um público estimado em 10 mil pessoas, operando em sua capacidade máxima de lotação para aquele perímetro específico.
O “termômetro” da popularidade, no entanto, foi medido em metros quadrados. No evento organizado pelo Governo do Estado, o show do cantor Pablo atraiu o público fiel da sofrência para a área central. Entretanto, por questões de logística e limitação do espaço físico, a praça comportou um público estimado em 10 mil pessoas, operando em sua capacidade máxima de lotação para aquele perímetro específico.
O fenômeno Jacy Barata
Enquanto isso, na recém-revitalizada Praça Jacy Barata (JB), o cenário foi de proporções oceânicas. Sob o comando da gestão municipal, o grupo Sorriso Maroto arrastou uma multidão calculada em mais de 200 mil pessoas. O espaço da “JB”, integrado ao projeto Orla Viva, provou ser o novo epicentro das grandes massas em Macapá, transformando o aniversário da cidade em um verdadeiro festival de proporções nacionais.
Enquanto isso, na recém-revitalizada Praça Jacy Barata (JB), o cenário foi de proporções oceânicas. Sob o comando da gestão municipal, o grupo Sorriso Maroto arrastou uma multidão calculada em mais de 200 mil pessoas. O espaço da “JB”, integrado ao projeto Orla Viva, provou ser o novo epicentro das grandes massas em Macapá, transformando o aniversário da cidade em um verdadeiro festival de proporções nacionais.
Entre o “arrocha” contido e o pagode monumental, o que se viu foi uma prévia das estratégias para os próximos embates eleitorais: de um lado, a tentativa de ocupação de espaços tradicionais; do outro, a força de mobilização de Furlan que, pelo visto, ainda tem muita lenha para queimar nessa fogueira política.
