Lar Amapá Funcionários da Alfha Comércio e Serviço Eireli denunciam atrasos de férias, salários e irregularidades no FGTS em Tartarugalzinho

Funcionários da Alfha Comércio e Serviço Eireli denunciam atrasos de férias, salários e irregularidades no FGTS em Tartarugalzinho

"Saímos de férias e ainda não recebemos nem as férias, nem o pagamento", disse um dos trabalhadores.

por admin
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TARTARUGALZINHO, AMAPÁ — Trabalhadores da empresa Alfha Comércio e Serviço Eireli, prestadora de serviços para a saúde no Hospital de Pequeno Porte (HPP) do Estado em Tartarugalzinho, relatam uma série de graves irregularidades trabalhistas. As denúncias incluem atrasos no pagamento de férias vencidas, salários não recebidos, descumprimento de acordo de auxílio alimentação e falta de depósito do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com relatos de funcionários, que preferiram não se identificar por medo de retaliação, a situação é crítica.

“Saímos de férias e ainda não recebemos nem as férias, nem o pagamento”, disse um dos trabalhadores.

A falta de repasse do FGTS, apesar do desconto em folha, é outra queixa grave que se soma a denúncias anteriores envolvendo a mesma empresa no estado. Um ponto de conflito recente é o acordo referente ao auxílio alimentação.

Segundo os funcionários, havia sido negociado o pagamento de 50% dos valores pendentes, o que não foi cumprido. O valor total devido a alguns trabalhadores chegaria a R\(6.400,00,referentesa20valesdeR\) 320,00 cada.

A ata de uma reunião realizada em 19/01/2026 entre o Sindicato (STACAP), representantes da empresa e trabalhadores, confirmou a proposta de pagamento de 50% dos valores pendentes do auxílio alimentação, em parcela única, o que, segundo os denunciantes, não foi honrado.

A empresa Alfha Comércio já foi alvo de denúncias similares em 2025, quando funcionários em outras unidades do estado relataram até 15 meses de vale-alimentação atrasados, falta de FGTS e férias não pagas. O cenário de dificuldades financeiras da empresa, que enfrenta redução de contratos e elevação de custos operacionais, já havia sido apontado anteriormente como justificativa para os problemas.

O Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros (STACAP) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) devem ser acionados formalmente pelos trabalhadores para a devida apuração e tomada de medidas legais.

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