O alvo? A ex-secretária e primeira-dama de Macapá, Dra. Rayssa Furlan. O motivo? O pânico que sua liderança isolada nas pesquisas para o Senado tem provocado no grupo governista.
“Não se trata de política; trata-se de uma tentativa de aniquilar a dignidade de uma mulher que ousou ocupar seu espaço e liderar a preferência popular.”
