Lar Amapá Milícia digital Alugada com Dinheiro Público Força Escândalo Onde Só Existe Processo

Milícia digital Alugada com Dinheiro Público Força Escândalo Onde Só Existe Processo

Nos bastidores do Direito, a avaliação é direta e sem firula: o processo não gera, neste momento, qualquer inelegibilidade ao prefeito Dr. Furlan.

por admin
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A narrativa já começa torta e não é de hoje.

Enquanto parte da imprensa alinhada ao Palácio insiste em plantar dúvida na cabeça do eleitor, o enredo é sempre o mesmo: muito barulho, pouca consistência e uma tentativa quase desesperada de reescrever fatos já conhecidos.

SAIBA A VERDADE. ENTENDA O CASO.

A ação em questão é assinada por Gilvan Borges, ex-candidato à Prefeitura de Macapá, que tenta colar no resultado das urnas a velha tese do “abuso de poder”. No roteiro apresentado, os mais de 204 mil votos dados ao prefeito Dr. Furlan não seriam fruto de gestão, obras ou presença política mas, pasmem, de shows em praça pública.

É isso mesmo: na versão dos derrotados, 200 obras entregues, 300 km de asfalto e 190 km de pontes simplesmente não contam. O que decidiu a eleição, segundo a denúncia, foi palco, som e iluminação na praça Jaci Barata. Uma tese que, de tão frágil, chega a beirar o folclórico daí o riso inevitável.

O próprio Tribunal Regional Eleitoral do Amapá já havia colocado um freio nessa narrativa ao reformar a decisão inicial e extinguir a ação. Mas, como de costume, o inconformismo não aceita ponto final. Veio o recurso.

E o que fez o TRE? Não condenou, não declarou culpa, não cassou mandato. Apenas determinou que o processo volte à primeira instância para seguir seu curso algo técnico, processual, longe do alarde que tentam vender como escândalo.

Mesmo assim, a engrenagem da desinformação entrou em ação: manchetes enviesadas, interpretações forçadas e o velho esforço de transformar trâmite jurídico em crise política.

No Tribunal Superior Eleitoral, a Procuradoria-Geral Eleitoral foi clara: manter o entendimento do TRE e seguir com a instrução. Nada além disso.

Nos bastidores do Direito, a avaliação é direta e sem firula:
o processo não gera, neste momento, qualquer inelegibilidade ao prefeito Dr. Furlan.

Mas para quem vive de narrativa, isso pouco importa.

Em ano eleitoral, a estratégia é conhecida: repetir uma versão até que ela pareça verdade. O problema é que, neste caso, os fatos continuam insistindo em atrapalhar o roteiro.

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