Denúncias apontam uso de verba pública em ataques contra Rayssa Furlan
A pré-candidata Rayssa Furlan tem sido alvo de uma série de ataques em redes sociais que, segundo críticos e especialistas, configuram violência política de gênero. As publicações utilizam ridicularização e estigmas pessoais para desqualificar sua atuação pública, estratégia vista como uma tentativa de desviar o foco do debate de ideias e propostas para o campo das ofensas pessoais.
A gravidade do caso aumenta com denúncias de que a rede de difamação estaria sendo financiada indiretamente com dinheiro público, por meio de publicidade institucional. Se confirmada a suspeita, a prática pode caracterizar improbidade administrativa e uso indevido de recursos estatais para fins ilícitos, o que exige uma apuração rigorosa pelos órgãos de controle, como o Ministério Público.
Aliados de Furlan emitiram declarações reforçando que “ataques pessoais não substituem o debate democrático” e lamentaram a tentativa de cerceamento da participação feminina na política. Até o fechamento desta edição, não houve manifestação oficial por parte de Herverson Castro ou do Portal Amapá sobre as acusações de financiamento e de conteúdo ofensivo.
