Lar Amapá Cidadania Amapá faz Congresso com “portas abertas” e ouve voz das ruas e comunidades

Cidadania Amapá faz Congresso com “portas abertas” e ouve voz das ruas e comunidades

Congresso Estadual vira palco de união entre militância e lideranças comunitárias para desenhar o "futuro que o Amapá precisa"

por admin
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Na noite desta quarta-feira (16), o Partido Cidadania do Amapá promoveu mais do que um congresso partidário: realizou uma convergência de vozes. O Congresso Estadual da legenda, realizado em Macapá, destacou-se não apenas pela reunião da estrutura partidária, mas pelo acolhimento e integração de lideranças de movimentos populares, sindicais, associações comunitárias e organizações da sociedade civil, sinalizando uma estratégia de enraizamento social e escuta ampliada.

O evento, que reuniu dirigentes municipais, filiados e simpatizantes, teve como centro do debate a construção coletiva de propostas para o desenvolvimento social, econômico e ambiental do estado. A presença marcante de representantes de setores organizados da sociedade elevou o tom dos debates, trazendo para a mesa demandas concretas de bairros, trabalhadores, jovens e movimentos sociais.

Para o presidente estadual do Cidadania, Diego Santos, a iniciativa foi um marco deliberado. “Um partido que quer representar o povo precisa ser a casa do povo organizado. Não estamos aqui apenas para ouvir palmas, mas para escutar críticas, propostas e anseios. A força que sairá daqui vem dessa mistura: da militância partidária com a energia dos movimentos que lutam no dia a dia”, afirmou Santos, em discurso aplaudido.

Entre os presentes, estavam representantes de movimentos de moradia, entidades de defesa dos rios e florestas, coletivos juvenis e associações de bairro. A dinâmica do congresso incluiu rodas de conversa temáticas, onde essas lideranças puderam expor prioridades e cobrar posicionamentos.

Estavam presentes representantes de vários segmentos sociais:
Educação: Prof. Rodrigo Gomes;
Saúde: Dra. Erina;
Segurança Pública: Coronel Amiel;
Cooperativas: Danielzinho;
Associações de bairros: Mujoca;
Cultura: Cristina Almeida,
entre outros.

A estratégia, segundo analistas presentes, reflete uma busca do Cidadania por reconectar-se com as bases sociais e projetar-se como alternativa embasada na realidade local. “O partido demonstrou que entendeu: no Amapá, a política eficaz se faz com as portas abertas e os pés no chão das comunidades”, observou o professor e cientista político João Mendes.

Ao final do congresso, foi aprovada uma carta de compromissos que sintetiza as principais reivindicações colhidas dos movimentos, com eixos em geração de emprego, defesa dos serviços públicos, proteção socioambiental e fortalecimento da participação popular. O Cidadania Amapá deixa o evento com a meta declarada de ser mais do que um partido: uma ferramenta de articulação a serviço do projeto coletivo para o estado. “Saímos daqui com a agenda cheia e a responsabilidade de transformar esse diálogo em ação”, concluiu Diego Santos.

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