Lar Amapá Prefeitinho queria gastar R$ 150 mil para apagar incêndio; juiz apagou o gabinete

Prefeitinho queria gastar R$ 150 mil para apagar incêndio; juiz apagou o gabinete

A crise que DaLua queria combater… era a própria conta bancária do gabinete, e o MP barrou as nomeações sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

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 JUSTIÇA TOCA O SARRAFO EM PEDRO DALUA E MANDA SUSPENDER “GABINETE DE CRISE” QUE IA SUGAR 150 MIL REAIS DOS COFRES

Por Redação Bambam News

O juiz Paulo Madeira — que, pelo visto, não gosta de ver dinheiro público sendo tratado como mesada de filho de deputado  deu uma canetada histórica nesta quinta-feira (9) e suspendeu o tal do “gabinete de crise” montado pelo prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua.

Motivo? O negócio, que segundo o gestor seria pra “apagar incêndio” na prefeitura, já começava com as calças pegando fogo: impacto financeiro previsto de mais de R$ 150 mil, nomeações relâmpago e salários acima da média do próprio município.

DaLua tentou se explicar, dizendo que precisava do gabinete porque a gestão anterior não deixou relatórios — ou seja, o cara quer montar uma estrutura de crise porque não sabe onde o bonde foi parar. Faz sentido? Claro que não. Mas no universo da gestão pública criativa, tudo vira desculpa pra enfiar mais um cabide de emprego.

O Ministério Público do Amapá, que estava de olho, entrou com ação. E o juiz foi cirúrgico:
“O município já tem servidores qualificados pra isso.”
“Criar cargos de alto escalão em meio ao caos financeiro é desvio de finalidade.”
“Tá suspenso. E se descumprir, são R$ 10 mil por dia de multa.”

Resumindo: a crise que DaLua queria combater… era a própria conta bancária do gabinete novo.

 A lição que fica: dinheiro público não é fundo perdido de reality show administrativo. Se for pra gastar R$ 150 mil, que seja com solução, não com cabide de emprego disfarçado de urgência.

 O caso vai render. E a gente segue vigiando. Porque bambu que balança, vento leva. E juiz com caneta afiada não perdoa.

Bambam News — Não tem crise que resista à falta de vergonha na cara.

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