Lar Amapá Senador Davi e governador Clécio são suspeitos de influenciar investimento da amprev no banco master

Senador Davi e governador Clécio são suspeitos de influenciar investimento da amprev no banco master

Encontro entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o senador Davi Alcolumbre ocorreu em Brasília pouco antes da AMPREV aplicar cerca de R$ 400 milhões no Banco Master

por admin
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O escândalo envolvendo quase R$ 400 milhões da AMPREV investidos no Banco Master começa a revelar uma teia política que levanta suspeitas graves no Amapá. Nos bastidores, nomes poderosos surgem no centro das perguntas que até agora continuam sem resposta: o senador Davi Alcolumbre e o governador Clécio Luís.

A polêmica ganhou força após vir à tona que Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, esteve reunido com Davi Alcolumbre na residência oficial do Senado, em Brasília. O encontro aconteceu justamente no período que antecedeu a aplicação milionária da previdência estadual no banco.

A pergunta que ecoa nos bastidores da política amapaense é direta:
foi apenas uma coincidência… ou o investimento já estava sendo articulado nos corredores do poder?

Indicação política na AMPREV levanta alerta

Outro detalhe que joga mais gasolina no caso é a indicação política para a presidência da AMPREV.

O então presidente do órgão, Jocildo Lemos, responsável pela gestão do fundo previdenciário no período do investimento, teria chegado ao cargo com apoio político ligado ao senador Davi Alcolumbre, segundo informações divulgadas na imprensa.

Isso levanta uma dúvida inevitável:
as decisões da previdência estavam sendo tomadas com critérios técnicos… ou com influência política?

Governo Clécio demorou a agir

Com a repercussão do caso e o avanço das investigações sobre o investimento no Banco Master, a pressão política aumentou para que o presidente da AMPREV fosse afastado.

Mas o que chamou atenção foi a postura do governo Clécio Luís, que não exonerou Jocildo Lemos imediatamente.

A saída só ocorreu depois que o próprio presidente pediu renúncia ao cargo, o que levantou ainda mais questionamentos sobre a reação do Palácio do Setentrião diante de um caso que envolve centenas de milhões de reais da previdência dos servidores públicos.

Dinheiro de servidores exige explicação

A AMPREV administra o dinheiro de servidores ativos, aposentados e pensionistas do Amapá  recursos que garantem aposentadorias e benefícios de milhares de famílias.

Por isso, especialistas e parlamentares cobram respostas claras sobre o caso.

As perguntas continuam no ar:

  • Quem articulou o investimento de R$ 400 milhões no Banco Master?

  • Houve influência política na decisão do Comitê de Investimentos?

  • Por que o governo não afastou imediatamente o presidente da AMPREV?

  • Qual foi o papel de lideranças políticas nesse processo?

Enquanto essas respostas não aparecem, cresce no Amapá a pressão por investigações profundas e uma CPI para esclarecer o destino e a segurança do dinheiro da previdência estadual.

Porque quando se trata do dinheiro dos servidores, não pode existir silêncio, influência política ou decisões tomadas nos bastidores do poder.

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