URGENTE: Processo contra Furlan corre em velocidade recorde no STF e levanta suspeitas de articulação política
Documentos do próprio sistema do Supremo Tribunal Federal (STF) mostram que o processo que resultou no afastamento do prefeito de Macapá, Dr. Antônio Furlan, tramitou em uma velocidade considerada incomum dentro do gabinete do ministro Flávio Dino.
O processo PET 15427, classificado como sigiloso, foi protocolado no dia 9 de fevereiro de 2026, autuado no mesmo dia e distribuído por prevenção no dia 10 de fevereiro ao gabinete do ministro.
Menos de um mês depois, no dia 3 de março, saiu a decisão monocrática que afastou o prefeito de Macapá e o vice-prefeito Mário Neto do cargo.
A rapidez da tramitação chamou atenção de juristas e observadores políticos, que apontam possível tratamento prioritário incomum para um processo dessa natureza.
Ligação política levanta questionamentos
Outro ponto que passou a gerar debate nos bastidores políticos é a composição do gabinete do ministro.
Informações públicas do próprio STF mostram que Priscila Barbosa Carnaúba, esposa do senador Randolfe Rodrigues, atua como assessora no gabinete de Flávio Dino.
Randolfe é um dos principais adversários políticos do prefeito Antônio Furlan no cenário político do Amapá e também é líder do governo Lula no Congresso Nacional.
A coincidência entre a presença da esposa do senador no gabinete responsável pelo processo e a decisão que afastou um adversário político direto passou a alimentar suspeitas de possível interferência ou conflito político.
A decisão que mudou o cenário político de Macapá
A decisão monocrática do ministro Flávio Dino resultou no afastamento imediato de:
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Prefeito Dr. Furlan
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Vice-prefeito Mário Neto
A medida abriu caminho para uma mudança repentina no comando da Prefeitura de Macapá e desencadeou uma forte crise política no estado.
Debate sobre possível perseguição política
Aliados do prefeito afastado classificam a decisão como perseguição política e afirmam que a Prefeitura vinha colaborando com as investigações desde o início.
Juristas ouvidos por veículos de imprensa também destacam que afastamentos de mandatários eleitos exigem fundamentos robustos, justamente por impactar diretamente a vontade popular expressa nas urnas.
Diante da sequência de fatos processo protocolado em fevereiro, decisão monocrática em março e ligação política envolvendo o gabinete responsável o caso já começa a gerar questionamentos sobre a neutralidade e a motivação da medida judicial.
