Lar Amapá O ÚLTIMO TIRO DA TURMA DA HARMONIA: Clécio, Davi, Randolfe e Waldez tentam SALVAR CARREIRAS com obras eleitoreiras depois de 30 anos no poder

O ÚLTIMO TIRO DA TURMA DA HARMONIA: Clécio, Davi, Randolfe e Waldez tentam SALVAR CARREIRAS com obras eleitoreiras depois de 30 anos no poder

Com popularidade em queda livre, quarteto tenta convencer com obras de última hora, mas eleitor já cansou do 'modo velho Amapá' de fazer política

por admin
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O governo do Amapá, liderado por Clécio Luís, parece lançou  mão na velha cartilha eleitoral: obras a toque de caixa no verão, às vésperas da eleição. Com o apoio de velhos conhecidos da política amapaense, como Waldez Góes (PDT) e Randolfe Rodrigues (PT), o grupo batizado popularmente como “Turma da Harmonia” tenta a todo custo reverter a crescente rejeição popular com a promessa de entregas em 2025.

O plano é claro: transformar o verão de 2025 em um canteiro de obras para tentar recuperar o terreno perdido nas ruas, nas comunidades e, sobretudo, nas pesquisas de opinião. Mas o povo parece mais atento do que nunca. A estratégia de acelerar investimentos apenas no período pré-eleitoral está sendo vista com desconfiança e com razão.

Enquanto isso, quem ganha força é o prefeito de Macapá, Dr. Antônio Furlan (MDB), que tem se destacado por uma gestão ativa, de domingo a domingo, com ordens de serviço, entregas de obras e presença constante nas comunidades. Um modelo de gestão que foge do script da velha política e tem conquistado a confiança da população.

As pesquisas de consumo interno são alarmantes para o Palácio do Setentrião: o nome de Furlan cresce vertiginosamente como alternativa segura para o governo estadual em 2026. E com isso, cresce também o medo dentro do próprio governo Clécio de que lideranças políticas abandonem o barco e migrem para o lado do prefeito da capital, reconhecendo sua força eleitoral.

O verão chegou, as máquinas foram para as ruas, mas a pergunta continua ecoando entre os amapaenses: será que ainda cola essa estratégia de obras eleitoreiras? Ou o Amapá está, enfim, virando a página da velha política?

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