Lar Amapá MPF ENTRA COM AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONTRA PROJETO FLORESTAL NO MARACÁ E APONTA IRREGULARIDADES MILIONÁRIAS

MPF ENTRA COM AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONTRA PROJETO FLORESTAL NO MARACÁ E APONTA IRREGULARIDADES MILIONÁRIAS

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação contra um projeto de manejo florestal no Amapá, que teria recebido apoio de Alcolumbre e Randolfe. A ação se baseia em denúncias de irregularidades, incluindo um possível esquema de captura de recursos e sobrepreço em contratações.

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MPF ENTRA COM AÇÃO CIVIL PÚBLICA CONTRA PROJETO FLORESTAL NO MARACÁ E APONTA IRREGULARIDADES MILIONÁRIAS

Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública contra um polêmico projeto de manejo florestal na região do Maracá, em Mazagão (AP), após denúncias de um esquema de desvio de recursos públicos com possível envolvimento de políticos influentes, como o ex-senador Davi Alcolumbre e o líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues.

O ESQUEMA: DESVIO, SOBREPREÇOS E DESTRUIÇÃO AMBIENTAL

De acordo com o MPF, a Associação dos Trabalhadores Extrativistas do Maracá (Atexma), entidade responsável pelo projeto, estaria no centro de um sistema de captura de recursos públicos, com indícios de:
✅ Fraude em licitações e contratos superfaturados;
✅ Desvio de verbas de emendas parlamentares de Randolfe e Alcolumbre;
✅ Falta de transparência na escolha de ONGs beneficiadas;
✅ Impacto ambiental catastrófico, com extração de 3,8 milhões de m³ de madeira em 14 anos – o que pode esgotar a região.

Controladoria-Geral da União (CGU) já havia identificado irregularidades graves, incluindo pagamentos indevidos e falta de comprovação nos gastos.

MPF PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA E PUNIÇÃO AOS ENVOLVIDOS

Na ação, o MPF exige:
🔴 Suspensão imediata do projeto de manejo florestal;
🔴 Responsabilização criminal e civil dos envolvidos;
🔴 Elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) – ignorado pelo governo estadual;
🔴 Devolução dos recursos desviados aos cofres públicos.

DESTRUIÇÃO DA AMAZÔNIA A TROCO DE LUCRO FÁCIL

Enquanto o Amapá sofre com a falta de investimentos em saúde, educação e infraestrutura, o projeto no Maracá ameaça destruir uma das últimas áreas preservadas do estado para beneficiar grupos políticos e empresariais. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) já havia alertado sobre os riscos, mas o governo seguiu adiante sem avaliação adequada.

O VERDADEIRO CUSTO DA CORRUPÇÃO

Este caso escancara como o poder público é usado para enriquecer poucos às custas do meio ambiente e do dinheiro do povo. Se o MPF não agisse, milhões de árvores seriam derrubadas e o rastro de corrupção ficaria impune.

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