Lar Amapá Mercado do Peixe vira palco de tensão após denúncias de notificações seletivas em Macapá

Mercado do Peixe vira palco de tensão após denúncias de notificações seletivas em Macapá

Feirantes relatam possível retaliação política após manifestação de apoio a Dr. Furlan; Prefeitura ainda não se pronunciou oficialmente

por admin
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O clima esquentou nos bastidores do tradicional Mercado do Peixe, no bairro Perpétuo Socorro, em Macapá. Relatos recebidos pelo Portal Bambam News apontam para uma situação que, se confirmada, levanta sérias preocupações sobre o uso da máquina pública.

Segundo feirantes, peixeiros e empreendedores que atuam no local, a Prefeitura  atualmente sob comando do prefeito interino Pedro Dalua estaria notificando permissionários para desocupação de seus boxes.

Até aí, poderia se tratar de uma ação administrativa comum. O problema, segundo os próprios trabalhadores, está no suposto critério adotado.

De acordo com os relatos, as notificações estariam atingindo justamente comerciantes que apareceram recentemente em um vídeo demonstrando apoio ao ex-prefeito Dr. Furlan, pré-candidato ao Governo do Amapá.

A denúncia, ainda não confirmada oficialmente, acende um alerta: estaríamos diante de uma coincidência administrativa ou de uma possível seletividade com viés político?

Procurados informalmente, alguns trabalhadores afirmam que o sentimento no local é de insegurança e revolta. “A gente trabalha aqui há anos. De repente, começa isso… e logo depois daquele vídeo”, relatou um permissionário, sob condição de anonimato.

Diante da gravidade das informações, o caso exige apuração rigorosa. Caso haja qualquer tipo de direcionamento ou perseguição, a situação pode configurar desvio de finalidade no uso da administração pública  algo que precisa ser esclarecido com transparência.

O Portal Bambam News reforça que o espaço está aberto para manifestação da Prefeitura de Macapá, a fim de esclarecer os critérios das notificações e garantir segurança jurídica aos trabalhadores do mercado.

Porque, no fim das contas, a pergunta que fica no ar é simples  mas pesada:

 Coincidência administrativa… ou pressão política nos bastidores?

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