Lar Amapá Banco Master : Toffoli liberou a Polícia Federal para colher depoimentos, requisitar documentos de órgãos públicos e empresas, e quebrar sigilos de investigados e terceiros.

Banco Master : Toffoli liberou a Polícia Federal para colher depoimentos, requisitar documentos de órgãos públicos e empresas, e quebrar sigilos de investigados e terceiros.

No Amapá, o diretor-presidente da Amaprev, Jocildo Lemos, pode, a qualquer momento, tomar café com a policial federal.

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Título: Toffoli libera novos avanços da PF no caso Banco Master e autoriza quebras de sigilo

Subtítulo: Em despacho urgente, ministro do STF concede prazo de 30 dias para diligências, oitiva de investigados e dirigentes do BC e reforça centralização do processo na Corte

Texto:

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (15) novas medidas investigatórias no inquérito que apura um suposto esquema de fraudes de R$ 12 bilhões envolvendo o Banco Master. Em despacho classificado como urgente, Toffoli liberou a Polícia Federal para colher depoimentos, requisitar documentos de órgãos públicos e empresas, e quebrar sigilos de investigados e terceiros.

As diligências devem ser cumpridas no prazo inicial de 30 dias, sob a justificativa de proteger a integridade do Sistema Financeiro Nacional. O ministro destacou a necessidade de celeridade no avanço das apurações, permitindo que os depoimentos ocorram por videoconferência ou presencialmente no STF, com gravação e acompanhamento de auxiliares de seu gabinete.

A decisão reforça a centralização do caso no Supremo, após Toffoli determinar, no início de dezembro, que todas as medidas relacionadas ao Banco Master passem exclusivamente pela Corte. O movimento ocorreu logo após o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) revogar a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, controlador do banco, e de outros investigados na Operação Compliance Zero.

Desde então, as investigações em instâncias inferiores ficaram paralisadas. Agora, a PF poderá ouvir tanto os investigados quanto dirigentes do Banco Central. A medida é vista como uma resposta para evitar a estagnação do caso, cujo alcance e complexidade ameaçam a estabilidade regulatória.

O Banco Master é suspeito de integrar um esquema de desvios bilionários que inclui irregularidades contábeis e manipulação de recursos. O caso continua sob sigilo, e novas fases da investigação devem ser conduzidas diretamente pelo STF.

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