Por trás da chegada do Hospital de Amor a Macapá, a trajetória incansável do ex-deputado Marcos Reátegui, que transformou um capítulo de dor em um marco de esperança para milhares de famílias.
A história do câncer no Amapá era, por muito tempo, um relato de distância, deslocamento e desesperança. Pacientes oncológicos enfrentavam não apenas o diagnóstico, mas também a árdua jornada para outros estados em busca de tratamento — uma odisseia que pesava no corpo, na alma e no bolso das famílias.
Mas essa história começou a mudar.
O capítulo do diagnóstico e do tratamento oncológico no estado também ganhou nome e sobrenome: Marcos Reátegui.
Quando esteve na Câmara dos Deputados, Marcos assumiu a missão de transformar a realidade do Amapá. E fez isso liderando a chegada do Hospital de Amor, a instituição reconhecida nacionalmente pela qualidade humana e tecnológica no combate ao câncer — antigo Hospital de Câncer de Barretos.
A vinda da unidade para Macapá não foi acaso. Segundo Henrique Prata, presidente do Hospital de Amor, Marcos Reátegui foi “incansável”, determinado a trazer para o Amapá a clínica de diagnósticos e o tratamento que hoje começam a se tornar realidade com a inauguração da radioterapia.
É mais do que uma obra.
É mais do que um equipamento.
É a virada de página de uma história marcada por dor agora reescrita com esperança.
Com o início dos atendimentos em radioterapia, o Amapá dá um passo histórico: o cuidado especializado passa a acontecer aqui, perto de casa, perto da família, perto da vida real das pessoas.
E para milhares de amapaenses, isso significa uma nova chance. Uma nova luta. Uma nova esperança. Uma nova vida!
Este é um marco que vai além da saúde pública: é um legado de persistência política e humanidade, que colocou o Amapá no mapa da oncologia de ponta no Brasil.
