Lar Amapá Após parecer da Controladoria, movimentos populares cobram da Assembleia Legislativa posição sobre possíveis responsabilidades no governo

Após parecer da Controladoria, movimentos populares cobram da Assembleia Legislativa posição sobre possíveis responsabilidades no governo

As conclusões apontadas pelo relatório tornam “inevitável” que o Legislativo examine com rigor o papel da administração estadual na ocorrência das irregularidades.

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Após parecer da Controladoria, movimentos populares cobram da Assembleia Legislativa posição sobre possíveis responsabilidades no governo

Movimentos sociais do Amapá passaram a pressionar a Assembleia Legislativa do Estado (ALAP) após a divulgação de um parecer da Controladoria-Geral do Estado (CGE/AP) que aponta a falsidade da Ata nº 0137/2024-CSC e identifica falhas graves no uso do documento por diferentes secretarias estaduais.

Segundo o relatório, ao qual o PORTAL BAMBAM NEWS teve acesso, a ata utilizada como fundamento para processos de adesão “não existiu”, conforme manifestação do Centro de Serviços Compartilhados. O parecer também recomenda notificações a servidores envolvidos e a suspensão imediata de serviços e contratos ligados à documentação irregular.

Com base nessas conclusões, representantes de entidades civis afirmam que o caso exige respostas institucionais mais amplas e cobram da Assembleia Legislativa a condução de eventuais apurações políticas. Para esses grupos, o Legislativo, como órgão fiscalizador, tem o dever constitucional de avaliar se a situação configura falhas administrativas isoladas ou um problema maior de gestão que demande responsabilização.

Parlamentares da oposição afirmam que a Casa precisa se posicionar com transparência sobre o caso, enquanto aliados do governo pedem cautela e aguardam o desdobramento das notificações recomendadas pela Controladoria.

Até o momento, a ALAP não anunciou formalmente a abertura de qualquer procedimento, mas líderes de movimentos populares afirmam que devem intensificar o diálogo com deputados nas próximas semanas. Segundo eles, as conclusões apontadas pelo relatório tornam “inevitável” que o Legislativo examine com rigor o papel da administração estadual na ocorrência das irregularidades.

 

O parecer foi assinado pelos auditores José Alberto da Silva Torres Filho e Hugo Alexandre de Paiva Alves e publicado em 13 de outubro de 2025.

UNMP-AP E FACOMM e GOAP

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