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Favachos e Aliados Lucram com Contratos Secretos no Amapá

Empresário aliado de Acácio Favacho acumula contratos com o governo, enquanto obra na Rodovia Josmar Pinto segue sem transparência e sob suspeita de acordos informais

por admin
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Danilo de Brito Val, sócio da empresa DB Participações LTDA, é mais um nome que entra no radar das relações políticas e econômicas que envolvem o governo do Amapá. Com histórico de alianças com o deputado federal Acácio Favacho, Danilo e sua empresa possuem diversos contratos com o poder público estadual, alimentando dúvidas sobre favorecimento político e a real competitividade em processos licitatórios.

 

Apesar de sua influência nos bastidores, a DB Participações LTDA não firmou contrato com a Secretaria de Estado de Transporte do Amapá (SETRAP) e nem com a empresa rio pedreira,  para a obra de pavimentação da Rodovia Josmar Pinto — uma das mais polêmicas dos últimos anos.

 

O contrato milionário da obra foi celebrado entre o Governo do Estado e a Construtora e Reflorestadora Rio Pedreira, empresa de propriedade de Breno Barbosa Chaves Pinto, que é suplente do senador Davi Alcolumbre. A coincidência entre os vínculos políticos e os beneficiados por recursos públicos começa a levantar suspeitas de conluios e favorecimentos.

 

Outro dado que aumenta a polêmica é a ausência de contrato formal entre a Rio Pedreira e qualquer empresa terceirizada para a execução das obras na Rodovia Josmar Pinto. Até o momento, não há qualquer documento público que comprove subcontratação registrada junto aos órgãos de controle.

 

Informações de bastidores apontam que a execução da obra pode estar contando com apoio técnico e logístico de empresas que não possuem vínculo jurídico oficial com o contrato vigente — o que, se confirmado, pode configurar grave irregularidade administrativa.

 

A transparência do processo segue sendo questionada por órgãos fiscalizadores e pela própria população, que assiste a mais uma obra pública cercada por nomes de políticos influentes, contratos de alto valor e indícios de informalidade na execução. O que se exige agora é uma resposta clara do Governo do Estado e da SETRAP: quem, de fato, está realizando a obra? E onde está a fiscalização sobre os contratos que movimentam milhões em dinheiro público?

 

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