IPHAN OU ARMA POLÍTICA? Como o governo usa órgão federal para sabotar obras em Macapá e travar o progresso da cidade
Enquanto o governador se faz de neutro, aliados agem nos bastidores para transformar fiscalização em instrumento eleitoreiro – e a população paga a conta
Macapá vive um paradoxo escandaloso. Enquanto a Prefeitura tenta tirar a capital do atraso com obras de revitalização em praças e espaços públicos, um grupo político usa o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) como ferramenta de sabotagem. E o mais grave: tudo acontece com a conivência silenciosa do governador Clécio Luís, que, diante das câmeras, se declara “neutro”, mas permite que seu círculo íntimo ataque a gestão municipal com um claro objetivo eleitoreiro.
A Farsa da Neutralidade
Por trás do discurso de “respeito às instituições”, esconde-se um jogo sujo. O cunhado do governador, ocupando cargo estratégico no IPHAN, tornou-se o operador de um esquema que embarga obras essenciais para Macapá – justamente em pleno Macapá Verão, quando a cidade mais precisa de infraestrutura para receber turistas e movimentar a economia. Não é sobre patrimônio histórico: é sobre poder.
As coincidências são demais para ignorar:
✔ Obras paralisadas em praças que estavam sendo revitalizadas após anos de abandono;
✔ Fiscalização repentina só em projetos da Prefeitura, enquanto outras intervenções seguem sem obstáculos;
✔ Efeito eleitoral claro: desgastar a administração municipal
O Prejuízo para o Povo
Enquanto políticos brigam, quem sofre é a população. As praças interditadas, longe de serem “preservadas”, continuam degradadas. O comércio perde movimento, os eventos culturais são prejudicados e a sensação é que Macapá virou refém de uma guerra de egos.
Até quando? A cidade não pode ser palco de um jogo onde o único objetivo é destruir o adversário – mesmo que isso signifique manter o povo no atraso. Se o governo estadual realmente quisesse o progresso, o IPHAN estaria trabalhando em conjunto com a Prefeitura, e não como um braço político de intimidação.
A Máscara Caiu
Clécio Luís pode até tentar se distanciar do caso, mas a realidade é clara: seu grupo age, e ele não faz nada para impedir. Enquanto isso, Macapá clama por uma coisa simples: que deixem a cidade crescer.
O povo já entendeu o jogo. Agora, exige respostas.
