Lar Amapá 13 anos de atraso: Camilo, Waldez e Clécio transformam reforma em novela interminável

13 anos de atraso: Camilo, Waldez e Clécio transformam reforma em novela interminável

Hospital da Criança virou símbolo da lentidão do grupo político que agora reaparece unido para 2026

por admin
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Treze anos. Esse foi o tempo que o chamado “Grupo do Atraso” levou para concluir uma obra que deveria ser básica: a reforma e ampliação do Hospital da Criança e do Adolescente (HCA), no Amapá.

A obra, iniciada ainda em 2013, atravessou três governos  Camilo Capiberibe, Waldez Góes e Clécio Luís  e só foi entregue mais de uma década depois. Um retrato claro de como a máquina pública pode ser lenta, cara e ineficiente quando falta gestão de verdade.

Durante esse período, quem pagou a conta foi o povo. Crianças, adolescentes e famílias inteiras ficaram à mercê de um sistema de saúde que aguardava, ano após ano, a conclusão de uma obra que nunca parecia sair do papel. Enquanto isso, prazos eram estourados, promessas recicladas e o discurso oficial seguia o mesmo: “agora vai”.

Mas não foi.

A entrega tardia escancara um padrão: obras que começam com festa, atravessam governos e só terminam quando já perderam o impacto  e, muitas vezes, custando muito mais do que o previsto.

E o detalhe político não passa despercebido: os mesmos nomes que passaram mais de uma década para concluir uma única obra hoje dividem o mesmo palanque. Um alinhamento que levanta questionamentos sobre o modelo de gestão que pretendem manter no estado.

Do outro lado, surge o contraste. O ex-prefeito de Macapá, Dr. Furlan, entra no debate com o discurso de quem aposta em entregas rápidas e volume de obras executadas, tentando se posicionar como alternativa a um grupo marcado por atrasos históricos.

No fim das contas, a pergunta que fica é simples  e incômoda:

Se uma reforma levou 13 anos, quanto tempo mais o Amapá ainda vai esperar para ver o básico funcionando?

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