Perseguição ou gestão? Demissão no Bailique levanta suspeita de retaliação política
No arquipélago do Bailique, uma denúncia grave começa a ganhar força e acende o alerta sobre possíveis práticas de perseguição dentro da máquina pública estadual. Uma funcionária da UDE, reconhecida como exemplar na Escola Bosque, foi surpreendida com uma ligação informando que deverá cumprir aviso prévio a partir de amanhã. Motivo? Nenhum apresentado oficialmente.
Nos bastidores, o que se comenta é ainda mais preocupante: a retirada de servidores estaria sendo motivada por posicionamento político ou, no caso, pela ausência dele. A profissional, segundo relatos, não fazia postagens favoráveis à gestão nem atacava adversários do chamado “Prefeitão”. Resultado: porta de saída.
A situação escancara um cenário perigoso, onde competência parece valer menos que alinhamento político. Quando o critério deixa de ser técnico e passa a ser ideológico, quem perde é o serviço público e principalmente a população do Bailique, que já enfrenta inúmeras dificuldades.
Até o momento, não há explicação oficial que justifique a demissão. Mas a pergunta que fica é direta: desde quando trabalhar bem deixou de ser suficiente?
