Lar Amapá Fim do monopólio da informação: velha imprensa do Amapá perde controle na era digital

Fim do monopólio da informação: velha imprensa do Amapá perde controle na era digital

Sem conseguir mais controlar a informação no Amapá, veteranos da comunicação tentam atacar quem leva notícia ao povo em tempo real.

por admin
0 comentário

Dinossauros da velha imprensa se incomodam com a era digital e tentam atacar quem informa o povo

Durante décadas, um pequeno grupo da chamada “velha imprensa” do Amapá dominou praticamente sozinho o fluxo de informação no estado. Na época em que não existiam redes sociais, sites independentes ou portais digitais, esses verdadeiros dinossauros da comunicação controlavam o que o povo podia ou não saber.

Era o tempo em que a informação chegava filtrada, muitas vezes moldada conforme interesses políticos e econômicos. Quem questionava ou tentava mostrar outro lado da história simplesmente não tinha espaço.

Mas o mundo mudou.

Com a chegada da internet, das redes sociais e dos portais digitais, a informação passou a circular em velocidade muito maior e, principalmente, com mais vozes participando do debate público. Hoje qualquer cidadão pode acompanhar, comparar versões, verificar documentos e cobrar autoridades quase em tempo real.

E é justamente essa nova realidade que parece estar tirando o sono de alguns dinossauros da velha imprensa amapaense.

Acostumados durante anos a dominar o microfone e a narrativa, agora eles assistem, incomodados, ao crescimento de novos veículos de comunicação que informam o povo na velocidade da internet.

Sem conseguir mais controlar o fluxo de informação como antes, alguns desses personagens passaram a fazer o que sabem fazer de melhor: falar pelos cotovelos e tentar atacar quem realmente leva informação para a população.

A estratégia é velha: tentar descredibilizar, atacar reputações e espalhar críticas contra quem não faz parte do antigo clube fechado da comunicação.

O problema é que o tempo dos monopólios de informação acabou.

Na era digital, quem decide o que é relevante não é mais um pequeno grupo de comunicadores sentados em estúdios ou redações tradicionais. Quem decide é o público.

E enquanto alguns dinossauros ainda tentam entender como funciona esse novo mundo, a informação continua circulando — rápida, aberta e cada vez mais difícil de controlar.

No fim das contas, a história costuma ser implacável com quem não consegue evoluir.

 

E na comunicação também vale uma velha regra da natureza:
quem não se adapta, acaba virando fóssil.

você pode gostar

Deixe um comentário