Lar Amapá Deputado R. Nelson Revela Hipocrisia: Governador que Criticou Boicote à Capital Agora Repete o Mesmo para Perseguir Inimigos Políticos

Deputado R. Nelson Revela Hipocrisia: Governador que Criticou Boicote à Capital Agora Repete o Mesmo para Perseguir Inimigos Políticos

A postura do governador Clécio revela não apenas uma gestão seletiva, mas também um perigoso desrespeito com a população de Macapá, que o elegeu e agora assiste à repetição do abandono institucional que ele tanto criticava no passado.

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Enquanto o município de Macapá enfrenta sérios desafios urbanos, o governador Clécio Luís ignora completamente as necessidades da capital onde mora e que governou por dois mandatos consecutivos. A denúncia foi feita pelo deputado R. Nelson, que divulgou um documento oficial revelando que o Governo do Estado liberou recursos exclusivamente para Santana, sem destinar um centavo sequer para Macapá.

A contradição salta aos olhos. Quando era prefeito, Clécio criticava duramente o então governador Waldez Góes por supostamente boicotar a capital. Hoje, no comando do Executivo estadual, ele repete exatamente o mesmo comportamento que condenava: trata Macapá como inimiga política por questões eleitorais e prioriza aliados.

 

“É o governo mais lento da história. Abandonou a capital e virou as costas para sua gente”, disparou o deputado Nelson em suas redes sociais. Segundo ele, até o momento não houve repasse, convênio ou qualquer apoio do Estado à gestão do prefeito Furlan, que mesmo sem ajuda tem tocado obras e enfrentado os problemas da cidade com trabalho e compromisso.

 

O documento divulgado por Nelson comprova o repasse de recursos para limpeza urbana e destinação de resíduos sólidos apenas para o município de Santana, por meio do Termo de Convênio nº 019/2024. Macapá, por outro lado, permanece invisível para o governo estadual.

 

A postura do governador Clécio revela não apenas uma gestão seletiva, mas também um perigoso desrespeito com a população de Macapá, que o elegeu e agora assiste à repetição do abandono institucional que ele tanto criticava no passado. A incoerência entre o discurso e a prática de Clécio começa a se tornar o retrato fiel de um governo que perdeu a conexão com a capital e com sua história.

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