Rumores indicam que governador do Amapá podem migrar para o PT em 2025
Segundo fontes políticas, Clécio Luís (Solidariedade), Paulo Lemos (PSOL) e Marcivânia Flexa (PDCB) estariam avaliando filiação ao PT para garantir sustentação em seus mandatos
Macapá, 10 de junho de 2025
Circula nos bastidores da política amapaense a informação de que três importantes nomes do estado estariam considerando trocar de partido em 2025. Segundo interlocutores próximos ao governo, Clécio Luís (Solidariedade), Paulo Lemos (PSOL) e Marcivânia Flexa (PCdoB) estariam avaliando filiar-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) por entenderem que suas legendas atuais podem perder força nacionalmente, prejudicando sua atuação política.
A possível migração seria uma estratégia para fortalecer a base de apoio ao governo, especialmente em um cenário onde o PT segue como uma das principais forças de oposição no Congresso. Fontes ouvidas pela reportagem afirmam que as conversas ainda são preliminares, mas a aproximação com a bancada petista já seria visível em conversas recentes.
Por que a mudança?
Especialistas apontam que partidos menores, como PSOL, Solidariedade e PDCB, enfrentam dificuldades para garantir recursos e espaço em coalizões nacionais. “Em um contexto de polarização, muitos políticos buscam abrigo em siglas com maior capilaridade e capacidade de financiamento”, explica jean bambam líder social
E os eleitores?
A possível troca de partido pode gerar reações, já que Clécio, Paulo Lemos e Marcivânia foram eleitos com discursos independentes das grandes legendas. “Se confirmada, a mudança precisará ser bem explicada para não desmobilizar suas bases”, avalia a socióloga Ana Beatriz .
Enquanto isso, o clima é de “wait and see”. Procurados, os três politicos evitaram comentar o assunto diretamente. Clécio Luís limitou-se a dizer que “o foco agora é governar”, enquanto Paulo Lemos afirmou que “as prioridades são o povo amapaense”. Marcivânia não se pronunciou.
A situação deve ganhar novos capítulos , quando o tabuleiro partidário nacional poderá se reconfigurar.
por JEAN BAMBAM
