Nos bastidores e, principalmente, nas redes sociais, um movimento começa a ganhar força e revela o clima de insatisfação que toma conta de Macapá.
Cards e publicações pedindo o retorno do vice-prefeito Mário Neto passaram a circular com intensidade, impulsionados pelo desgaste crescente da gestão interina de Pedro DaLua. E não é por acaso.

A repercussão dos áudios vazados envolvendo DaLua e o senador Davi Alcolumbre caiu como uma bomba no cenário político local e abriu ainda mais a ferida da desconfiança popular. Para muitos, o que já parecia instabilidade agora virou motivo de revolta.
Nas ruas e nos comentários, o sentimento é claro: a população começa a enxergar a atual condução da prefeitura mais como um espetáculo de improviso — e, em alguns casos, de deboche — do que uma gestão minimamente comprometida em resolver os problemas reais da cidade.
Enquanto isso, o nome de Mário Neto ressurge como alternativa dentro do próprio grupo político, alimentando uma narrativa de que, diante do caos, até o “plano B” parece mais confiável.
O recado das redes é direto e sem filtro: quando a gestão perde credibilidade, qualquer mudança passa a ser vista como esperança.
E em Macapá, pelo visto, a paciência já começou a acabar.
