Lar Amapá INCRA ou palanque? Denúncia aponta uso da máquina pública para impulsionar pré-candidaturas no Amapá

INCRA ou palanque? Denúncia aponta uso da máquina pública para impulsionar pré-candidaturas no Amapá

Relatos apontam uso de servidores, logística e eventos oficiais para impulsionar aliados políticos, enquanto assentados temem represálias.

por admin
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MÁQUINA PÚBLICA OU PALANQUE ELEITORAL? 

Uma denúncia grave começa a ecoar no Amapá e acende o alerta máximo na Justiça Eleitoral. Assentados relatam que a estrutura do INCRA  que deveria servir ao interesse público  pode estar sendo usada como ferramenta de promoção política antecipada.

Segundo os relatos, a Superintendência Regional do órgão estaria mobilizando servidores, logística oficial e até deslocamentos ao interior para impulsionar pré-candidaturas específicas. Entre os nomes citados nos bastidores estão Helinho Castro, filho do superintendente, além do senador Randolfe Rodrigues e do governador Clécio Luís.

O problema não para por aí. O clima dentro do órgão, segundo fontes, seria de medo. Nos corredores do INCRA, o silêncio não é opção é regra. Servidores e assentados evitam qualquer comentário por receio de represálias, que poderiam ir desde dificuldades em acessar programas até exclusão de processos de regularização fundiária.

A denúncia levanta suspeitas pesadas: possível uso indevido da máquina pública, promoção pessoal com recursos do Estado e até abuso de poder político  um combo explosivo que, se comprovado, pode configurar violação direta à Lei de Improbidade Administrativa e ao princípio constitucional da impessoalidade.

E tem mais: está prevista para esta sexta-feira (27) uma agenda de entregas de títulos provisórios e créditos rurais. Coincidência ou estratégia? Nos bastidores, a expectativa é de que o evento conte justamente com a presença dos mesmos nomes citados nas denúncias.

Diante da gravidade, os denunciantes pedem ação urgente do Ministério Público Federal e da Justiça Eleitoral. A cobrança é clara: investigar o uso de diárias, veículos e servidores em atividades que podem ter desviado do interesse público para fins políticos.

Porque quando política entra pela porta dos órgãos públicos, a legalidade costuma sair pela janela e quem paga essa conta, como sempre, é a população

Denunciantes da região afirmam estar com medo de serem identificados. O espaço segue aberto para manifestação dos citados.

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