Lar Amapá Governador, senador e presidente da Assembleia do Amapá são acusados de maquiar crime ambiental em troca de poder e influência

Governador, senador e presidente da Assembleia do Amapá são acusados de maquiar crime ambiental em troca de poder e influência

Enquanto o governo tenta vender uma imagem de sustentabilidade, as denúncias mostram créditos falsos, madeira ilegal e muito dinheiro em jogo

por admin
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ESCÂNDALO AMBIENTAL NO VALE DO JARI

Empresários e políticos na mira de investigação federal por fraudes em plano de manejo

O que era anunciado como “desenvolvimento sustentável e geração de 500 empregos” no Vale do Jari agora se transforma em um dos maiores escândalos ambientais do Amapá.

O Ministério do Meio Ambiente, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Amapá (MP-AP) investigam graves irregularidades no plano de manejo florestal da Agregue Indústria e Comércio de Transporte de Madeira, sediada em Laranjal do Jari a mesma empresa que recebeu das mãos do governador Clécio Luís uma licença ambiental com direito a foto, discurso e promessa de progresso.

Segundo relatório técnico do IBAMA, a empresa teria inserido informações falsas nos sistemas federais de controle ambiental, criando créditos fictícios de madeira para mascarar a exploração ilegal na região sul do Estado. O esquema, conforme o documento, envolve manipulação digital de dados e emissão de “créditos virtuais” que simulavam o corte de árvores inexistentes — um verdadeiro laranjal de dados adulterados.

Mais grave ainda: o plano de manejo sob suspeita teria contado com apoio político direto do governador Clécio Luís, do senador Davi Alcolumbre e da presidente da Assembleia Legislativa, Alliny Serrão — figuras que, até recentemente, posavam sorridentes em fotos de entrega da licença à Agregue, celebrando o “progresso sustentável”.

Agora, o que se vê é o progresso da suspeita. O IBAMA, o MPF e o MP-AP apuram se houve conluio político e econômico para beneficiar o grupo empresarial, mascarando irregularidades em nome da geração de empregos.

Enquanto o governo tenta vender uma imagem de sustentabilidade, as denúncias mostram o outro lado da floresta: créditos falsos, madeira real e muito dinheiro em jogo.

Bambam News segue acompanhando o caso e cobrando transparência total sobre o envolvimento das autoridades que endossaram o projeto  e agora precisam explicar ao povo do Amapá se foram enganadas ou se participaram do engano.

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