Lar Amapá A Superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Amapá é palco de graves denúncias de desrespeito ao serviço público e más condições de trabalho

A Superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Amapá é palco de graves denúncias de desrespeito ao serviço público e más condições de trabalho

Servidores denunciam a instalação de um banco cooperativo dentro da sede do Ministério e a falta de água potável há mais de dois meses por negligência da gestão.

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Denúncias de desrespeito e más condições de trabalho assolam superintendência do MAPA no Amapá

Servidores denunciam a instalação de um banco cooperativo dentro da sede do Ministério e a falta de água potável há mais de dois meses por negligência da gestão.

A Superintendência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) no Amapá é palco de graves denúncias de desrespeito ao serviço público e más condições de trabalho. Um servidor da casa, que preferiu não se identificar por temer retaliações, encaminhou um relato detalhando duas situações consideradas críticas: a utilização de uma sala pública para um banco de empréstimos cooperativo e a falta de água potável para os colaboradores há mais de 60 dias.”

De acordo com a denúncia, uma sala que anteriormente abrigava o setor de protocolo do órgão foi desativada por determinação do superintendente Patrick Cantuária e de sua substituta, Clea Figueiredo, para abrigar um posto de atendimento da Cresol, uma cooperativa financeira. A instalação, de responsabilidade do senhor Van Villhena, superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) no estado, conta com a atuação de um funcionário do MDA identificado apenas como Gilberto.

O denunciante se mostrou indignado com a situação. “Durante toda minha vida de servidor público nunca vi tal desrespeito com um órgão público federal”, escreveu. Ele ainda afirma que o posto da Cresol possui “até uma internet própria dentro do órgão”, configurando, em sua visão, um uso impróprio e privatizado de um espaço que deveria atender aos interesses da população.

Falta de Água Potável

Paralelamente à denúncia sobre a cooperativa, os servidores e colaboradores do MAPA-AP enfrentam uma situação precária de desabastecimento de água para consumo. Segundo o relato, o órgão está sem água potável há mais de dois meses devido, na avaliação do denunciante, à “incompetência dos gestores da unidade”.

A falta de um item básico para a saúde e o bem-estar no local de trabalho é apontada como um descaso da superintendência com seus funcionários. “Que ser humano trabalhar em um órgão federal e não tem água para beber?”, questiona o servidor, destacando a omissão dos gestores Patrick Cantuária e Clea Figueiredo perante o problema.

Busca por Esclarecimentos

A reportagem tentou contato com a Superintendência do MAPA no Amapá para se pronunciar sobre as duas acusações. Foram solicitados esclarecimentos sobre a legalidade do convênio ou permissão para a instalação da Cresol dentro das dependências do ministério, assim como as razões e os prazos para a solução do problema da falta de água.

A assessoria de comunicação do Ministério da Agricultura em Brasília também foi acionada para comentar se há alguma diretriz nacional que autorize a cessão de espaços para instituições financeiras e se está ciente das condições de trabalho na unidade do Amapá.

Até o fechamento desta matéria, nenhuma resposta foi obtida dos gestores. O espaço segue aberto para os devidos esclarecimentos. A situação expõe uma crise administrativa e de gestão de pessoas dentro de um órgão federal essencial para o desenvolvimento do agronegócio no estado.

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