Flexa vai entrar no jogo ou ficar na arquibancada? CPI da Amprev expõe silêncio constrangedor na ALAP
A CPI da Amprev virou um verdadeiro teste de coragem dentro da Assembleia Legislativa do Amapá. Até agora, o placar é vergonhoso: apenas dois deputados R. Nelson, autor do pedido, e Lorran Barreto tiveram disposição para assinar o requerimento.
Enquanto isso, o mínimo necessário são 8 assinaturas. Ou seja: falta coragem, sobra silêncio.
E é nesse cenário que entra um novo personagem: Coronel Flexa.
Recém-empossado após a cassação de Kaká Barbosa, Flexa chega à ALAP com um mandato curto, cerca de 10 meses, mas com uma decisão que pode marcar sua trajetória: assinar ou não a CPI da Amprev.
A pergunta que ecoa nos bastidores e nas ruas é direta:
Flexa veio para cumprir tabela ou para enfrentar o sistema?
Com mais de 30 anos de carreira na Polícia Militar, o discurso esperado é de firmeza, disciplina e combate a irregularidades. Mas na prática, o que a população quer ver é atitude e rápido.
Porque, até agora, o que se vê é uma Assembleia travada, onde investigar virou quase um ato de rebeldia.
A CPI da Amprev não é apenas um requerimento. É um termômetro político.
Quem assina, se posiciona.
Quem se cala, também.
E agora, com a caneta na mão, Coronel Flexa precisa decidir:
vai entrar para a história como quem teve coragem… ou como mais um que preferiu assistir tudo de camarote?
