Nos bastidores do carnaval, aliados políticos buscavam visibilidade nacional e até internacional com a aposta em uma grande escola de samba do Rio de Janeiro. A expectativa, porém, teria sido frustrada após restrições que impediram maior exposição dos nomes ligados ao Amapá, alimentando críticas sobre o uso de recursos públicos em ações sem retorno político ou cultural visível.
Em Macapá, a presença das lideranças politicas na Banda chamou atenção pelo forte aparato de segurança. Cercados por agentes e seguranças, o cenário foi interpretado por opositores como um distanciamento da população, levantando debates nas redes sociais sobre imagem pública, estratégia política e o clima de tensão que marca o período pré-eleitoral no estado.