Do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil), ao presidente da legenda, Antonio Rueda, diversos políticos mantinham acesso privilegiado a Beto Louco. O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, teria inclusive viajado em uma aeronave associada ao empresário ligado ao PCC.
A PGR teria alegado falta de provas para descartar a delação de Beto Louco, desconsiderando o testemunho como elemento probatório suficiente. Ele está foragido.
O banqueiro é investigado por fraudes no sistema financeiro que podem chegar a R$ 12 bilhões. Ele perdeu o controle do Banco Master e permaneceu 11 dias preso. Apesar de ter sido solto, continua sob monitoramento por tornozeleira eletrônica. As investigações se concentram na proposta de compra do Master pelo BRB por interferência política. O negócio foi vetado pelo Banco Central após a própria autoridade financeira ter dado aval para as conversas.