Davi Alcolumbre lidera ranking da rejeição nacional e simboliza o esgotamento da “Turma do Atraso”
A mais recente pesquisa do instituto Atlas escancara um dado que o Amapá já conhece de perto, mas que agora ganha dimensão nacional: o senador Davi Alcolumbre aparece como o político mais rejeitado do país, com índice negativo que beira a unanimidade entre os entrevistados.
No levantamento, Alcolumbre amarga 83% de avaliação negativa, desempenho que o coloca no fundo do poço da opinião pública brasileira. Um resultado que não surge por acaso. Nos bastidores de Brasília e nas ruas do Amapá, o senador é visto como o principal articulador da velha política, líder informal do que o Bambam News chama de “Turma do Atraso”.
Aliado direto do governador Clécio Luís, parceiro histórico do senador Randolfe Rodrigues e herdeiro político do ex-governador Waldez Góes, Davi concentra poder, influência e decisões que há décadas travam o desenvolvimento real do estado. A pesquisa apenas confirma o que a população sente na pele: rejeição não se constrói do dia para a noite, ela é fruto de práticas repetidas.
A chamada OPERAÇÃO MOUNJARO não é policial — é política. É o emagrecimento forçado de um grupo que perdeu musculatura popular, credibilidade e discurso. Enquanto a população enfrenta tarifas abusivas, serviços precários e promessas recicladas, a cúpula da velha guarda segue operando nos bastidores como se nada tivesse mudado.
O recado da pesquisa é direto: o Brasil cansou. E o Amapá, mais do que ninguém, começa a cobrar a conta de quem manda há anos e entrega pouco. O nome de Davi Alcolumbre no topo da rejeição nacional não é um acidente estatístico — é um sintoma grave de um projeto político em fim de linha.
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