Macapá lidera ranking de prosperidade no Amapá

Macapá lidera ranking de prosperidade no Amapá

Estudo do IPS Brasil 2025 coloca a capital como a melhor classificada entre os 16 municípios amapaenses; desempenho é puxado por indicadores de acesso à educação.

 A capital Macapá é o município com o melhor índice de prosperidade do Amapá, de acordo com o estudo IPS Brasil 2025 (Índice de Prosperidade Social). A pesquisa, que avalia 57 indicadores sociais e ambientais, classificou as cidades do estado em nove grupos de desempenho.

Com 58,72 pontos, Macapá lidera o ranking estadual. O destaque da capital ficou na dimensão “Oportunidades”, com bons resultados principalmente no item “Acesso à Educação”. A administração municipal, sob o comando do prefeito Dr. Furlan, atribui a posição à eficiência de suas políticas públicas, que, segundo ela, têm avançado na qualidade de vida da população.

Desempenho do Estado

Embora Macapá se destaque, a situação no restante do Amapá é mais preocupante. A média geral do estado foi de 56,72 pontos, posicionando-se abaixo da média nacional, que é de 61,96 pontos.

Especialistas consultados para o estudo sugerem que a baixa média estadual reflete a carência de políticas públicas consistentes nos municípios mais pobres do interior, indicando uma grande desigualdade regional dentro do estado. Enquanto a capital prospera em indicadores específicos, outras cidades amapaenses enfrentam desafios maiores para oferecer serviços básicos e oportunidades à sua população.

O IPS Brasil é uma ferramenta que visa medir a prosperidade para além do PIB, considerando fatores como saúde, segurança, meio ambiente e inclusão social. A avaliação dos 5.570 municípios brasileiros serve para orientar a formulação de políticas públicas mais direcionadas.

Postagens relacionadas

Governo aposta em narrativa de “bem contra o mal” e tenta colar crime em adversários políticos

Denúncias envolvem ata falsa, contratos suspeitos, crise na UDE e irregularidades no Hospital de Emergência; parte dos casos já é alvo do MP-AP

Efeito Clécio HE : “Não posso deixar ele morrer”: falta de leito no HCAL expõe falha grave no atendimento público