CSA Equatorial: a destruição silenciosa do asfalto de Macapá
A cada nova “obra”, mais uma rua vira buraco. Até quando as autoridades vão fingir que não veem?
Nos últimos quatro anos, enquanto a Prefeitura de Macapá trabalha para pavimentar ruas históricas e resgatar a dignidade urbana da população, a CSA Equatorial Saneamento parece seguir o caminho inverso. A empresa, responsável por serviços de água e esgoto na capital, tem sido protagonista de um verdadeiro desmonte urbano, destruindo quase 99% do asfalto novo colocado pelo prefeito Dr. Furlan.
Basta andar por Macapá para comprovar. Avenida Almirante Barroso, no bairro Santa Rita, recentemente revitalizada, virou um campo de crateras após intervenções da empresa. Na Avenida FAB, coração do Centro, a história se repete: o asfalto novo foi escavado e nunca mais voltou ao estado original. Agora, a ação destrutiva chegou à Rua Claudomiro de Moraes, nos bairros Buritizal e Congós, uma das mais movimentadas da zona sul. Onde havia pista nova, hoje há buracos, lama e transtornos.
O que mais revolta a população é o silêncio das autoridades competentes. Onde está o Ministério Público, os vereadores e a própria Agência Reguladora ? A CSA Equatorial parece atuar sem fiscalização, sem responsabilidade e sem compromisso com a cidade.
O investimento público vira barro, e quem paga a conta é o povo. É hora da Prefeitura de Macapá endurecer a cobrança. Se a Equatorial destrói, que ela reconstrua — com o mesmo padrão e qualidade que havia antes. Se não fizer, que seja multada, punida e responsabilizada legalmente.
Macapá não é canteiro de obra mal feita. Macapá exige respeito.