A troca de comando na unidade Pedro Barros Monteiro, da rede municipal de saúde, já nasce sob forte suspeita e revolta entre servidores.
Segundo relatos internos, a nova diretora escolhida para assumir a unidade estaria sendo investigada pelo Ministério Público por suposto recebimento indevido de valores sem o devido cumprimento de carga horária — uma prática grave, que atinge diretamente a credibilidade do serviço público e prejudica quem realmente trabalha.
O mais alarmante, porém, não é apenas a denúncia em si, mas o histórico. A servidora já teria ocupado o mesmo cargo anteriormente e, à época, acabou afastada após indícios das mesmas irregularidades. Agora, retorna ao comando da unidade como se nada tivesse acontecido.
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Nos bastidores, o sentimento entre profissionais da saúde é de indignação. Há relatos de que a escolha teria sido avalizada pela atual gestão municipal, levantando questionamentos sobre critérios técnicos, compromisso com a legalidade e respeito aos servidores que cumprem suas funções corretamente.
A situação expõe um cenário preocupante: enquanto a população depende de um sistema de saúde já sobrecarregado, decisões administrativas passam a ser vistas como políticas e não técnicas.
A reportagem abre espaço para manifestação da Prefeitura de Macapá e dos citados para esclarecimentos.