O jogo político no Amapá começa a ganhar contornos cada vez mais duros e os números não mentem. Pesquisa registrada sob nº AP-02183/2026, realizada pelo Instituto Veritá entre os dias 18 e 24 de março, escancarou um dado incômodo: quando o assunto é rejeição, Clécio Luís dispara na liderança — e com larga vantagem.
No levantamento, que ouviu 1.030 eleitores em todo o estado, 47,3% afirmaram que não votariam de jeito nenhum em Clécio. Nos votos válidos, esse número salta para 69,7%, um índice que acende o alerta vermelho em qualquer campanha.
Do outro lado, Dr. Furlan aparece com 20,5% de rejeição (30,3% dos válidos) bem distante do atual governador. Ou seja: enquanto um tenta crescer, o outro precisa primeiro sobreviver ao desgaste.
Leitura direta (sem maquiagem):
- Clécio lidera lidera onde ninguém quer estar: na rejeição
- Furlan aparece menos rejeitado e isso, em política, vale ouro
- O cenário mostra que 2026 pode ser decidido mais pelo “quem não presta” do que pelo “quem agrada”
Nos bastidores, a leitura é ainda mais ácida: alta rejeição é âncora eleitoral. E quem carrega esse peso sai atrás mesmo com máquina, aliados ou discurso afinado.
Se a eleição fosse hoje, não seria só uma disputa de votos…
Seria, principalmente, uma guerra para ver quem o eleitor rejeita menos.