Secretário do Governo do Amapá, Patrique Xavier de Lima, é acusado de intimidar cidadão em evento público

Relato expõe clima de perseguição política e levanta questionamentos sobre abuso de poder em evento promovido com dinheiro público

O que era pra ser mais uma noite de lazer em um evento público bancado com dinheiro do contribuinte virou episódio de constrangimento e denúncia grave de intimidação política.

Um cidadão relatou ter sido expulso na prática de um evento promovido pelo Governo do Estado, após ser abordado por um secretário que, segundo ele, agiu com tom agressivo e postura de quem acredita ser dono do espaço público.

A cena é revoltante: o homem afirma que foi questionado com arrogância — “o que tu está fazendo aqui?” — como se precisasse de autorização política para frequentar um evento aberto à população.

 Detalhe importante: o motivo, segundo o relato, não foi confusão, briga ou qualquer desordem.

Foi simplesmente posição política.


Evento público ou território de aliados?

A denúncia escancara uma dúvida que muita gente já faz nos bastidores:

Evento do governo é pra população ou só pra quem bate palma?

O cidadão afirma que não reagiu, não gravou e não quis confusão. Ainda assim, foi colocado numa situação de intimidação por parte de quem deveria garantir ordem não causar constrangimento.

O nome citado no episódio é o do secretário Patrique Lima, apontado como responsável pela abordagem.


Clima de perseguição política preocupa

O caso acende um alerta grave:

Se um cidadão comum não pode circular em evento público por ser visto como “oposição”, estamos falando de quê?

 Democracia… ou seleção ideológica de quem pode ou não ocupar espaço público?

O relato termina com uma frase que diz muito:

“Não me senti bem e fui embora.”

E essa talvez seja a maior derrota:
quando o cidadão paga, mas não pode participar.


 Bambam News vai acompanhar

O Portal Bambam News segue atento ao caso e cobra explicações:

  • Houve abuso de autoridade?
  • Existe orientação para constranger opositores em eventos públicos?
  • Quem manda no evento: o Estado ou interesses políticos?

Porque uma coisa precisa ficar clara:

Dinheiro público não tem partido. Evento público não tem dono.

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