Nos bastidores da política sindical e administrativa de Macapá, um episódio tem gerado indignação entre servidores e levantado questionamentos sobre acordos feitos longe dos olhos da categoria.
A presidente da Executiva Municipal de Macapá teria fechado alinhamento político com o atual prefeito em exercício, Pedro DaLua, justamente em um momento decisivo para os trabalhadores que aguardavam uma proposta de reajuste salarial.
O problema é que, segundo relatos da própria categoria, o resultado concreto desse alinhamento foi zero de aumento.
Ainda assim, integrantes da direção sindical teriam defendido o encerramento da assembleia da categoria para a convocação de uma nova reunião futura mesmo sem que a atual gestão municipal apresentasse qualquer prazo oficial para uma proposta de reajuste.
Na prática, o que se viu foi um cenário que revoltou parte dos servidores: nenhuma garantia, nenhuma data e nenhum índice.
Decisão :
Em assembleia, servidores da Secretaria Municipal da Educação de Macapá, aprovam paralisação nos dias 23, 24 e 25 após frustração com reajuste ZERO apresentado pela gestão municipal para a categoria.
A comparação com o ano passado tornou a situação ainda mais sensível. Em 2025, durante a gestão do prefeito Dr. Furlan, os servidores receberam 11,12% de reajuste salarial, além de progressão funcional.
Já agora, sob a gestão interina de Pedro DaLua, o saldo apresentado até o momento é simples e direto:
zero por cento.
Entre servidores, a pergunta que começa a circular é inevitável:
quem realmente saiu ganhando nesse acordo a categoria ou a política?