Uma informação fortíssima que circula nos bastidores da política em Santana tem levantado suspeitas sobre uma possível disputa de poder por trás dos problemas na coleta de lixo do município. Segundo relatos que vazaram dentro do próprio grupo político local, um sobrinho do prefeito teria deixado escapar que a paralisação parcial do serviço não seria apenas uma questão administrativa, mas sim reflexo de uma pressão política em curso.
De acordo com as informações, aliados próximos ao gestor municipal estariam inclinados a apoiar o prefeito de Macapá, Dr. Furlan, o que teria provocado reação dentro do grupo estadual. Nos corredores políticos, a leitura é de que o impasse financeiro envolvendo a coleta de resíduos estaria sendo usado como instrumento de pressão.
Fontes apontam que grande parte dos recursos destinados à coleta em Santana teria origem em repasses vinculados ao Governo do Estado. A suspeita levantada nos bastidores é de que esses valores estariam sendo segurados para forçar um alinhamento político mais claro ao governador Clécio Luís.
Enquanto isso, quem sente o impacto direto é a população, que convive com acúmulo de lixo em bairros e reclama da falta de respostas oficiais. Até o momento, não há confirmação pública das autoridades sobre qualquer interferência política nos repasses, e nem posicionamento formal das partes citadas.
Nos bastidores, porém, o clima é de tensão máxima e a pergunta que ecoa nas ruas de Santana é simples: o lixo virou moeda de troca na guerra política do Amapá?
O portal reforça que mantém o espaço aberto para manifestações oficiais da Prefeitura de Santana e do Governo do Estado do Amapá, caso desejem apresentar esclarecimentos ou posicionamentos sobre as informações divulgadas. A equipe segue acompanhando os desdobramentos para garantir o contraditório e a transparência dos fatos.