Filiação partidária marcado por bajulação, discursos vazios, promessas recicladas e, segundo bastidores, pressão sobre cargos comissionados e contratados.

Essa é a grande diferença da política no Amapá

De um lado, um evento de filiação partidária marcado por bajulação, discursos vazios, promessas recicladas e, segundo bastidores, pressão sobre cargos comissionados e contratados para “marcar presença” na filiação do governador Clécio Luís ao partido do senador Davi Alcolumbre.
Um ato político fechado em si mesmo. Um movimento que não entrega obra, não inaugura serviço, não melhora a vida de ninguém.

Do outro lado, um convite aberto à população para acompanhar a assinatura da ordem de serviço da reestruturação da Orla do bairro Cidade Nova  mais um passo do programa Orla Viva, que transforma espaços abandonados em áreas de lazer, turismo, esporte e convivência.

Enquanto um grupo se ocupa em articulações, alianças e autopromoção, outro trabalha, entrega e deixa legado.
Dr. Furlan representa um novo jeito de governar: com obras, resultados e compromisso com a cidade.

Clécio Luís, ao se alinhar definitivamente ao projeto político de Davi Alcolumbre, simboliza a velha política, a mesma de sempre a turma do atraso.

O povo sabe reconhecer quem faz e quem apenas encena.

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