A saúde do Amapá perde fôlego sob a gestão Clécio Luís. A nova proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 enviada à Assembleia Legislativa revela um corte alarmante de R$ 200 milhões no Fundo Estadual de Saúde.
O deputado estadual R. Nelson fez o alerta em suas redes sociais, afirmando que o governo demonstra claramente que a saúde não é prioridade. Em 2025, o fundo contava com R$ 1,9 bilhão; agora, a previsão cai para R$ 1,7 bilhão.
Menos dinheiro para hospitais, medicamentos e profissionais da saúde — e mais para festas, eventos e propaganda institucional. A crítica é direta: não se trata de falta de recursos, mas de falta de prioridade.
Enquanto unidades de saúde enfrentam falta de insumos e superlotação, o governo parece preferir o brilho dos palcos ao compromisso com a vida. O contraste entre a realidade dos hospitais e os gastos festivos levanta uma pergunta inevitável: até quando o povo vai pagar o preço da indiferença?