O Governo Lula comemorou no ano passado a redução da fome a patamares de 2013. Houve queda em todas as regiões, mas desigualdade regional persiste: Norte e Nordeste seguem com as taxas mais altas, com mais de uma em cada três famílias sob insegurança alimentar. Média de lares em insegurança alimentar: Brasil – 24,2% Norte – 37,6% Nordeste – 34,8% Sudeste 19,7% Sul – 13,6% Centro-Oeste 20,5% Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada na última sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísta). Norte e Nordeste abrigam 35% da população, mas metade dos lares em insegurança alimentar do país: são 9,4 milhões, contra um total de 18,9 milhões em todo o Brasil. Nas duas regiões, estão os 14 estados com as maiores taxas de insegurança alimentar. A maior é a do Pará (44,6%). A menor do país está em Santa Catarina (9,4%), na região Sul. Na definição do IBGE, a insegurança alimentar é dividida em três níveis: Insegurança alimentar leve: preocupação ou incerteza quanto ao acesso a alimentos e redução da qualidade para não afetar a quantidade; Insegurança alimentar moderada: falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos entre adultos; Insegurança alimentar grave, considerada fome: falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos também entre menores de 18 anos. Com informações de UOL Visualizações 3 Anúncios Post navigation