Efeito Clécio : Primeiro era o discurso de “trabalhar pelo Amapá inteiro”, mas a realidade mostra um estado atolado em atrasos e fracassos.

Governo de Clécio Luís naufraga em promessas não cumpridas e obras inacabadas

O Governo do Estado do Amapá, na gestão Clécio Luís, segue repetindo o mesmo roteiro de marketing vazio: muitos slogans, poucas entregas. Primeiro era o discurso de “trabalhar pelo Amapá inteiro”, mas a realidade mostra um estado atolado em atrasos e fracassos.

A BR-156, sonho histórico de integração do Oiapoque ao Laranjal do Jari, continua abandonada, enquanto a Perimetral Norte é apenas um retrato do descaso. Obras anunciadas com pompa, como a duplicação da Rodovia Josmar Pinto (antiga JK), ficaram pela metade. O Novo Hospital de Emergência de Macapá, prometido como marco na saúde, nunca foi concluído. Até a revitalização da orla do Aturiá, em Macapá, virou mais um símbolo de obra paralisada.

Os números também denunciam a falência da gestão. O Amapá amarga a última posição no ranking nacional de competitividade e lidera o índice de insegurança pública, mostrando um governo sem rumo e incapaz de resolver os problemas mais básicos da população.

Agora, numa tentativa desesperada de mudar a narrativa, Clécio lança um novo slogan: “Eu visto a camisa do Amapá”. Mas que camisa é essa? A camisa do atraso em obras, dos serviços públicos precários e do abandono? O que se vê é um governo tentando empurrar goela abaixo uma marca que só interessa a quem ocupa cargos e contratos dentro da máquina estadual.

Sem conseguir entregar grandes projetos, Clécio recorre a “obrinhas” de prefeito em comunidades, numa clara manobra para conter o desgaste político que se espalha não só em Macapá, mas em diversos municípios do interior. A imagem de gestor eficiente construída na propaganda já não resiste à realidade das ruas: temos um “governadorzinho” perdido, mais preocupado em salvar sua reputação do que em governar de fato.

O Amapá não precisa de marketing. Precisa de trabalho, de entrega e de respeito ao povo. E isso, até agora, o governo Clécio Luís não conseguiu oferecer.

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