Governo e aliados tentam travar avanços de Macapá com manobras políticas e institucionais
Durante anos, o discurso do grupo ligado ao Governo do Estado era de que o prefeito de Macapá só conseguia realizar obras porque teria herdado dinheiro em caixa do ex-gestor. Mas o tempo tratou de desmontar essa narrativa. Quatro anos se passaram, o prefeito se reelegeu e continua entregando obras inéditas e estruturantes para a capital, como o luxuoso Teatro Municipal — símbolo de transformação e de compromisso com a população.
Sem argumentos para sustentar a velha desculpa, agora a estratégia mudou: a tentativa é de inviabilizar o trabalho do prefeito pelas vias políticas e institucionais. Na Câmara Municipal, fala-se em articulações de golpe para minar sua governabilidade. No Judiciário, o Supremo Tribunal Federal trava emendas parlamentares destinadas à cidade, comprometendo recursos essenciais. E, como se não bastasse, até órgãos federais como o Iphan e o DNIT estariam sendo usados como ferramentas para emperrar obras importantes e impedir que Macapá continue avançando.
A disputa deixa claro que o alvo não é o prefeito em si, mas o povo de Macapá, que corre o risco de ver seus direitos à infraestrutura, à cultura e ao desenvolvimento serem sacrificados em nome de um projeto de poder.