Defesa de Mandante de Chacina no Jari Quer “Fuga” do Amapá; Entenda o Jogo

CASO DA CHACINA DOS GARIMPEIROS NO JARI
Defesa de Marujo pede transferência do processo do Amapá para o Pará

A defesa de José Edno Alves de Oliveira, conhecido como Marujo e apontado como mandante da chacina que resultou na morte de oito garimpeiros na região do Jari, ingressou com pedido para que o processo deixe de tramitar no Amapá e seja transferido para o Estado do Pará.

Segundo o advogado Wilbyson Haroldo Ferreira Batista, o crime teria ocorrido “integralmente” em território paraense, não cabendo à Polícia Civil do Amapá conduzir as investigações. O Ministério Público do Amapá, por sua vez, analisou o requerimento e destacou que a definição da competência para julgar o caso cabe ao juiz responsável, e não ao órgão ministerial.

O episódio, ocorrido em uma área de garimpo situada entre os municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA), segue sendo um dos crimes mais graves registrados na fronteira entre os dois estados, e levanta debates sobre a atuação das autoridades policiais e judiciais na região.

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