Cunhado de Clécio SABOTA Macapá: IPHAN Vira Arma Política para TRAVAR Obras e Enfurecer População

Cunhado de Clécio usa IPHAN para travar obras da Prefeitura de Macapá e revolta população

Macapá vive um momento de indignação. A cidade, que há décadas sofre com o abandono de áreas públicas e a lentidão em obras estruturais, agora enfrenta um novo inimigo do progresso: a atuação política disfarçada de fiscalização. Segundo denúncia publicada pelo portal Ponto da Pauta, o cunhado do governador Clécio Luís, que ocupa cargo no IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), tem utilizado sua influência para embargar obras da Prefeitura de Macapá, causando revolta generalizada na população.

A situação chegou ao limite com a paralisação de três obras importantes em praças da capital, todas com o objetivo de requalificar espaços públicos e devolver dignidade ao cidadão macapaense. Coincidentemente, ou não, essas intervenções acontecem em plena temporada do Macapá Verão, evento tradicional que movimenta a economia, o turismo e gera centenas de empregos diretos e indiretos.

Moradores denunciam a perseguição escancarada: “O IPHAN ficou calado quando o governo do Estado encheu a área da Fortaleza de lixo, urina e fezes durante o réveillon. Agora, quando é a Prefeitura que tenta melhorar a cidade, eles aparecem pra botar o dedo. Isso é politicagem rasteira”, desabafou um comerciante do bairro Central.

É evidente que há interesses obscuros por trás das decisões técnicas do IPHAN no Amapá. A ligação familiar entre o governador e o responsável pelo instituto escancara o aparelhamento político de órgãos federais com o único objetivo de minar os avanços da gestão municipal. Macapá virou campo de guerra ideológica, onde quem perde é o povo que precisa de praças, cultura e dignidade.

Enquanto isso, Clécio finge neutralidade, mas permite que seu grupo ataque obras públicas com objetivo meramente eleitoreiro. A pergunta que ecoa nas ruas é: por que tanto medo de uma cidade que cresce, se organiza e sai do abandono?

Macapá não pode mais ser refém de brigas políticas e picuinhas familiares. A cidade exige respeito, compromisso com o futuro e, principalmente, liberdade para crescer.

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