Macapá acorda cedo para a festa do peixe no Dia do Trabalhador
Mal o sol começava a clarear o céu da capital amapaense, a movimentação já tomava conta da Praça Floriano Peixoto. De varas de pesca nas mãos a baldes prontos para armazenar o pescado, centenas de macapaenses chegaram ainda de madrugada para garantir seu lugar no evento mais aguardado do 1º de maio: a tradicional pescaria comunitária, promovida pela Prefeitura de Macapá.
Neste ano, o lago central da praça recebeu 2,5 toneladas de tambaqui e pirapitinga, transformando-se em um verdadeiro cenário de disputa e animação. Entre os primeiros a chegar estava o professor Antonio Barbosa, 28 anos, que não escondia a empolgação: “A gente veio de madrugada, eu e meus amigos, e ficaremos o dia todo aqui. É divertido e a gente ainda leva peixes pra casa”, contou, enquanto ajustava o anzol.
A Corrida pelo maior peixe do dia
Em parceria com as Lojas Center Kennedy, a Secretaria Municipal do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Inovação (Semtradi) promoveu a competição do maior peixe do dia, adicionando um toque de emoção extra à programação. Os vencedores foram premiados em três categorias:
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Campeão Masculino e Feminino: Troféu, boné e voucher de R$ 200,00 em compras na Center Kennedy Camping.
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Campeão Infantil: Troféu, boné e uma piscina de 1000 litros para a diversão em casa.
“Não é só pela premiação, mas pela honra de mostrar habilidade. Todo ano treino com meu filho para essa disputa”, contou Carlos Almeida, 34 anos, um dos participantes mais animados.
Famílias, Prêmios e a Alegria do Peixe Fresco
Enquanto os competidores miraval os troféus, outras famílias aproveitavam o clima descontraído. O professor Antonio Barbosa, 28 anos, chegou de madrugada com amigos: “Viemos preparados para pescar o dia todo. Levar peixe pra casa é a melhor parte!”.
O evento também contou com o Bingão do Trabalhador, que distribuiu prêmios como 5 bicicletas, 4 Smart TVs, uma geladeira e uma moto zero km 175 cilindradas – reforçando o caráter comunitário da data.
Tradição Que Só Cresce
Mais que um feriado, uma celebração comunitária
O sucesso da pescaria anual reforça o caráter popular do Dia do Trabalhador em Macapá. Enquanto crianças aprendem a pescar com os pais, adultos competem pelos melhores pontos à beira do lago, e comerciantes aproveitam para vender comes e bebes típicos. “É um evento que já faz parte da nossa cultura. Todo ano a gente espera por esse momento”, afirmou a dona de casa Maria Sousa, 45 anos, que não perde a pescaria.
Com o sol se pondo e baldes cheios de peixe, a edição deste ano mostrou mais uma vez: em Macapá, o 1º de maio tem sabor, alegria e identidade própria.