Entenda o caso: Clécio sofre a 14ª derrota judicial e ‘Fabuloso’ é visto na praia.

O governador Clécio Luís Vilhena Vieira (foto em preto e branco, porque já tá virando saudade da razão) amargou mais uma derrota judiciária. É isso mesmo, família! A 14ª ação do gestor contra o blogueiro Jonatas do Nascimento“Fabuloso”, foi parar no brejo.

O palco da humilhação? O 5º Juizado Especial Cível de Macapá. O veredito? Improcedente. Pode chorar, governador.

 A decisão que deve ter tirado o seu sono:

“Como figura pública, o autor está sujeito a um grau de crítica mais elevado, incluindo manifestações duras, sátiras e ironias.”

Traduzindo do juridiquês para o nosso português de boteco: “Aguenta, Clécio. Você não é flor que se cheire, e o Jonatas não é teu assessor de imprensa.”

O magistrado ainda jogou uma pá de cal no argumento do governador: não houve ataque à honra pessoal, mas sim debate político legítimo. Sabe o que isso significa? Que a piada, a crítica e até o escracho são constitucionais — e o governador que se acostume.

 No dispositivo, a porrada foi seca:
“Julgo improcedente os pedidos.”

Ou seja: pode repetir a dose, Fabuloso.


 DR. FABIANO (sem capa, sem filtro)

O advogado Fabiano Leandro Oliveira nem titubeou:

“É mais uma decisão que reforça a liberdade de expressão. Crítica à gestão pública, mesmo dura, é protegida pela Constituição. Não se pode usar o Judiciário para tentar silenciar o debate político.”

Em outras palavras: Clécio, para de encher o saco da Justiça com mimimi. Você tomou posse, não tomou posse da razão.


 O QUE ESPERAR DO PRÓXIMO EPISÓDIO?

  • Clécio vai recorrer? Provavelmente. O homem parece ter assinatura no cartório de tanto entrar com ação.

  • Jonatas vai soltar fogos? Já deve estar preparando mais uma live com vinho e indireta.

  • O número 15 vem aí? Se depender da teimosia, sim.

O recado da justiça está dado: crítica política não se compra com liminar, governador. E o Fabuloso não é fantasma pra sumir porque o senhor apertou a testa.


 Bambam News: porque tem político que só aprende na caneta  e olhe lá.

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