Mesmo com máquina na mão, Clécio amarga alta rejeição e acende alerta no Amapá

Apesar de tentar vender uma imagem de estabilidade, os números da pesquisa Paraná Pesquisas escancaram um dado que incomoda o Palácio do Setentrião: 35,7% da população desaprova o governo de Clécio Luís no Amapá.

Na prática, isso significa que mais de um terço do estado rejeita a atual gestão, mesmo com toda a estrutura da máquina pública, visibilidade institucional e poder político nas mãos.

E o cenário pode ser ainda pior. Outros 10,4% não souberam ou não quiseram opinar, um indicativo claro de um governo que ainda não conseguiu se conectar com uma parte significativa da população  gente que simplesmente não vê impacto direto das ações no dia a dia.

Nos bastidores, a leitura é direta: não existe conforto quando a rejeição encosta nos 40% somando indecisos e desaprovação. Isso não é base sólida  é sinal de desgaste em construção.

A pesquisa joga luz sobre um ponto sensível: enquanto o governo tenta sustentar narrativa de aprovação, cresce o sentimento de insatisfação silenciosa nas ruas, especialmente entre quem esperava mais entregas e menos discurso.

Em ano pré-eleitoral, o recado é claro:
Clécio está longe de estar tranquilo.

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