Amapá vira um cenário de guerra. Onde o Estado deveria proteger, abandona. Onde deveria fiscalizar, some. E o preço é pago em sangue, suor e aposentadorias no trânsito.
A bomba-relógio do trânsito no Amapá acabou de explodir. O que era um problema crônico agora é um COLAPSO GENERALIZADO, e a culpa é de uma decisão política, fria e calculada, do governador Clécio Luís. O Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN), último pilar de ordem nas vias, foi DESMONTADO, DESBARATADO E ESCANGALHADO pelo próprio governo.
A sentença de morte foi assinada. E o que se vê agora é o esquartejamento dos seus restos. Nesta semana, a GUILHOTINA caiu sobre mais sete policiais do BPTRAN, arrancados à força do que restava do batalhão e jogados num depósito de gente: o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Um setor que já está entupido de efetivo e cuja missão NADA tem a ver com organizar o caos nas ruas e estradas.
ENQUANTO ISSO, NAS RUAS, O INFERNO:
-
Acidentes se multiplicam feito rastilho de pólvora.
-
Motoristas fantasmas, sem habilitação, ditam as leis do asfalto.
-
Sinalização? Fiscalização? Estrutura? ESQUECIMENTO TOTAL.
As avenidas do Estado se transformaram em um campo minado. Cada cruzamento é uma roleta-russa. Cada volta do volante, um salto no escuro. E o comando do estado, cego e surdo, assiste a tudo de dentro de seus carros blindados.
A ESTRATÉGIA DO GOVERNADOR CLÉCIO É CLARA:
A um ano das eleições, a prioridade número um não é a sua segurança. NEM DE LONGE. A obsessão é blindar o projeto de poder, custe o que custar. Se o preço for o sangue dos amapaenses no asfalto, que assim seja. O trânsito pode quebrar, mas a campanha não.
Governança ZERO. Responsabilidade NENHUMA. E um descaso que beira o crime.
O BPTRAN foi executado. O trânsito está em agonia. E o povo, abandonado à própria sorte, PEDE SOCORRO que nunca chega. O governo desmontou a solução e agora o Amapá afunda no caos.