Soldados formados há quase dois meses seguem sem designação e são usados em obras do Comando Geral
Desde o dia 15 de agosto, os novos soldados da Polícia Militar do Amapá, já formados e aptos para o serviço, ainda não foram distribuídos para os batalhões em que deveriam atuar. A denúncia, enviada a um deputado estadual, aponta que parte desses militares estaria sendo utilizada como mão de obra em obras internas no Quartel do Comando Geral (QCG), em Macapá.
Segundo o relato, os soldados têm sido direcionados para atividades de construção e reforma dentro das dependências do comando, o que tem gerado indignação entre familiares e colegas de farda.
“Os novos soldados estão sendo utilizados como mão de obra na obra do quartel do Comando Geral. Isso é um absurdo e precisa ser denunciado junto ao Ministério Público”, diz um trecho da mensagem encaminhada ao parlamentar.
A crítica também recai sobre a gestão do governador Clécio Luís, acusada de não fiscalizar devidamente a própria estrutura administrativa e de atrasar a designação dos novos policiais. A denúncia ainda afirma que os serviços extras não estariam sendo pagos e levanta a suspeita de que a demora na distribuição dos militares serviria para manter essa “mão de obra barata” nas obras do quartel.
Aguardando posicionamento do GOV e PM